Nostalgia Gamer | Incorporando o Solid Snake

Vamos relembrar os grandes momentos em Metal Gear Solid, além de dar aquela rápida olhada em seu complexo enredo.

Por Adriano Ribeiro em 22 de dezembro de 2013

Dessa vez, a Nostalgia Gamer irá voltar ao final de 1998, quando Metal Gear Solid (メタルギアソリッド,ou simplesmente MGS) foi lançado oficialmente para PS One. Em comemoração aos seus 15 anos, vamos relembrar os grandes momentos que Metal Gear Solid nos proporcionou nas terras gélidas do sudoeste do Alasca.

Ajeita-se na cadeira, coloca play na música e vamos ao Alasca.

Sendo desenvolvido e publicado pela a própria Konami no dia 21 de outubro de 1998, Metal Gear Solid completa nesse ano de 2013, seus 15 anos de aniversário. Além do game completar seus 15 anos, o criador da franquia, Hideo Kojima, fez 50 anos em agosto desse mesmo ano.

O destaque da franquia de Metal Gear Solid está na complexidade e na forma que a trama se desenrola, sendo um game com belo visual 3D e um gênero diferente dos que predominavam na época. MGS junta revolucionários elementos 3D com o estilo stealth, assim, resultando em uma obra-prima dos jogos digitais.

Com a ideia de criar o melhor jogo para PS One, Hideo Kojima estava com foco em desenvolver uma verdadeira obra-prima e revolucionar os games, assim que surge o grande Metal Gear Solid. O game é bem caracterizado pelo seu enredo profundo e bem detalhado, composto de reviravoltas, política e uma história um tanto quanto complicada para jogadores novatos.

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Metal Gear Solid se passa nas terras gélidas do Alasca, onde temos como protagonista, o grande Solid Snake (ou podemos chamar somente de Snake), um lendário agente especialista em infiltração e sabotagem. Snake é retirado de sua aposentaria e é convocado para uma nova missão que pode decidir o futuro dos Estados Unidos.

A trama se constrói a partir da ilha secreta de codinome “Shadow Moses” que está em posse do grupo terrorista chamado FOXHOUD. Exigindo uma quantia de um bilhão de dólares e os restos mortais de Big Boss, os terroristas dispõe de uma poderosa arma nuclear que ameaça os Estados Unidos, o grande Metal Gear.

Tendo Liquid Snake – irmão gêmeo genético de Solid Snake (protagonista do jogo) – como líder e comandante da Shadow Moses, cabe a Solid Snake impedir o ataque nuclear e resgatar dois reféns, o chefe da DARPA, Donal Anderson, e o presidente da ArmsTech, Kenneth Baker.

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O game se solidifica a partir das instruções recebidas pelo seu rádio de comunicação: codec, porém ele não serve somente para receber as ordens da missão, mas também como forma de entrar em contato com os diversos personagens, seja para adquirir dicas, ou para alertar sobre os males do vício de cigarros.

Com uma boa dublagem e uma trilha sonora excepcional, o game é elevado a outra atmosfera fazendo o jogador sentir cada momento na pele de Snake, seja nas batalhas contra os vilões ou simplesmente na travessia de um cenário.

Outro ponto forte que o game apresenta é a singularidade de cada personagem, pois lembramos facilmente da batalha contra Psycho Mantis, as marcantes frases de Gray Fox, além das habilidades com pistolas de Revolver Ocelot.

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Palavras por si só, não expressam o que realmente é uma obra-prima, poderíamos citar vários pontos interessantes de Metal Gear Solid, mas não conseguiríamos dizer o quão magnífico é esse verdadeiro clássico… Então deixamos o título falar por si só.

Agradecemos a Hideo Kojima por ter nos apresentado essa grande obra de arte. Espero que tenham gostado dessa análise, deixe suas impressões e críticas nos comentários abaixo, pois assim, podemos trazer conteúdos cada vez mais relevantes para o nosso público.

Despedimos-nos com a sua clássica música tema.

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