A frágil calma que cercava um dos debates conservadores mais polarizadores da América cedeu novamente. Um comentário nas redes sociais desencadeou uma antiga batalha complicada e fez com que a fé, a confiança e a lealdade se tornassem objeto de discussão. Com a especulação revitalizada sobre a morte de Charlie Kirk, há agora confrontos públicos dentro do movimento conservador sobre onde a dúvida se transforma em desrespeito.O centro da nova tensão é Alex Stone, cuja mensagem impolite trouxe uma linha dura para defender Erika Kirk. Suas palavras foram dirigidas diretamente aos críticos que alimentam teorias da conspiração, especialmente aqueles alinhados com Candace Owens, depois que ela mais uma vez questionou o relato de Erika Kirk sobre os eventos ligados ao seu falecido marido.
Alex Stone chama os teóricos de Candace Owens em meio à renovada controvérsia de Charlie Kirk
Stone escreveu: “Se você está dizendo que não confia em Erika Kirk, também está dizendo que não confia em Charlie Kirk. Charlie não period burro. Ele não period ingênuo. Ele se casou com ela e confiou nela. Todos esses teóricos da conspiração de Candace Owens deveriam desligar seus telefones e pegar uma Bíblia.”A declaração espalhou-se rapidamente, enquadrando o debate como mais do que uma disputa factual. Tornou-se um desafio ethical.Owens revisou recentemente as dúvidas sobre o álibi de Erika Kirk de 8 de setembro, poucos dias antes de Charlie Kirk ser baleado e morto. Os seus comentários seguiram-se ao que foi descrito como um cessar-fogo entre as duas mulheres, após uma reunião privada no ultimate do ano passado. Essa trégua agora parece quebrada.Owens argumentou que ainda existem lacunas sem resposta, incluindo questões sobre comunicações e prazos. Erika Kirk, que agora lidera a Turning Level USA, pediu aos comentadores que parem com a especulação pública, alertando que isso poderia influenciar o júri no caso em curso contra o atirador acusado.A resposta de Stone reflecte uma frustração mais ampla nos círculos conservadores. Muitos consideram as teorias prejudiciais, não apenas para uma família enlutada, mas também para um movimento já fragmentado pela desconfiança interna. Algumas pessoas dizem que é importante ser examinado mesmo quando não é confortável.O que é muito evidente é que a ruptura deixou de ser silenciosa. À medida que as bocas poderosas tomam partido, o discurso da evidência ficou em segundo plano em relação à ética. E para um movimento que se baseia na união e na crença, essa divisão pode ser tão difícil de consertar quanto qualquer luta digital.Leia também: Clavicular acusa o gerente de Candace Owens de exigir US$ 30 mil por mês para “treiná-lo em relações públicas”










