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Governo canadense pondera resposta ao materials de abuso sexual gerado por IA de X

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Há “discussões ativas” em todo o governo canadense sobre como responder à contínua geração de materials de abuso sexual pela X.com, descobriu a International Information.

A plataforma de mídia social permite que seu chatbot de IA, Grok, produza imagens sexualizadas de pessoas sem o seu consentimento, incluindo a criação de materials de abuso sexual infantil. A utilização da ferramenta para criar imagens íntimas não consensuais generalizou-se no remaining de dezembro, provocando protestos tanto on-line como por parte dos governos, que têm vindo a crescer ao longo de janeiro.

Vários departamentos federais, incluindo a Segurança Pública do Canadá, o Departamento de Justiça, Cultura e Identidade Canadense e o gabinete do Ministro de IA, Evan Solomon, estão envolvidos na elaboração de uma resposta canadense ao escândalo, enquanto governos de todo o mundo avaliam investigações e ações regulatórias contra a empresa.

Não está claro quais opções o governo canadense está considerando, mas Solomon descartou a proibição complete da plataforma, que pertence a Elon Musk.

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“Ao contrário do que foi relatado pela mídia, o Canadá não está considerando a proibição do X”, postou o ministro na plataforma na manhã de domingo.

Solomon estava respondendo a uma reportagem do Telegraph sugerindo que o governo do Reino Unido estava tentando “reunir” países com ideias semelhantes, como Canadá e Austrália, para uma “repressão” ao X. Espera-se que Solomon forneça uma atualização sobre a resposta do Canadá no próximo dia.

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O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, chamou o uso de Grok para criar imagens sexuais não consensuais de “nojento” e “vergonhoso”, enquanto a ministra da tecnologia do país disse que apoiaria a proibição da plataforma de mídia social por um regulador por violar as leis de segurança on-line.


Musk, o homem mais rico do mundo que brincou sobre a produção de imagens sexualizadas de Grok, respondeu, dizendo que o governo trabalhista do Reino Unido quer “qualquer desculpa para a censura”. X sugeriu que a empresa colocaria restrições ao recurso de geração de imagens do Grok, mas na manhã de domingo a criação de imagens “sexualizadas” e pornográficas ainda estava disponível para usuários com contas gratuitas.

Uma fonte do governo canadense disse ao International Information que não está claro a quais discussões entre o Reino Unido e o Canadá a história do Telegraph se referia. Uma porta-voz do gabinete de Solomon, Sofia Ouslis, disse que o ministro não manteve contacto com os seus homólogos do Reino Unido.

O escritório de Starmer não respondeu imediatamente a um pedido de comentário na manhã de domingo.

O gabinete de Solomon disse no domingo que a resposta canadense poderia incluir uma investigação da RCMP sobre materials de abuso sexual infantil gerado por IA, embora pudesse haver mais requisitos – como denunciar o crime à polícia native – antes de iniciar tal investigação.

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O Código Penal criminaliza “todo o materials de abuso e exploração sexual infantil, retratando crianças reais e fictícias”, dizia um comunicado do Departamento de Justiça.

O departamento observou que os fornecedores de serviços de Web são obrigados por lei a denunciar “quando são informados de um endereço de Web onde materials de abuso e exploração sexual infantil pode estar disponível ao público”.

“Eles também são obrigados a denunciar às autoridades se tiverem motivos razoáveis ​​para acreditar que seu serviço de Web está sendo ou foi usado para cometer abuso sexual infantil e crime materials de exploração”, acrescentou o comunicado.

Governos de todo o mundo anunciaram intenções de investigar X ou tomar medidas regulatórias contra a plataforma em resposta ao escândalo, incluindo a Indonésia, que proibiu a ferramenta Grok AI no sábado, de acordo com a Agence France-Presse.

A Comissão Europeia ordenou que Musk e X retivessem documentos relacionados à produção de Grok, sinalizando a intenção de investigar o assunto.

Um grupo de senadores democratas dos EUA pediu à Apple e à Alphabet, controladora do Google, que removessem o X de suas respectivas lojas de aplicativos até que a empresa resolvesse a situação, informou a Reuters na sexta-feira.

Vários outros governos – incluindo mercados X importantes como a Índia e o Brasil – bem como autoridades na Austrália, França e Irlanda sinalizaram investigações sobre as atividades da empresa.

&copy 2026 International Information, uma divisão da Corus Leisure Inc.



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