Iglesias submeteu-as a “assédio sexual, verificava regularmente os seus telemóveis, restringia-lhes a possibilidade de sair de casa onde trabalhavam e exigia-lhes que trabalhassem até 16 horas por dia sem folgas”, segundo depoimentos recolhidos pelos dois grupos.
Na mensagem publicada no Instagram, Iglesias escreveu: “É com profunda tristeza que respondo às acusações feitas por duas pessoas que anteriormente trabalharam para mim.
“Nunca senti tanta maldade, mas ainda tenho forças para dar a conhecer toda a verdade às pessoas e para defender a minha dignidade contra uma acusação tão grave”, disse, agradecendo a “tantas pessoas queridas” que lhe enviaram mensagens de apoio.
As acusações contra o cantor suscitaram fortes reacções em Espanha, com membros do governo de esquerda a apoiar os queixosos e a exigir que uma investigação estabeleça a verdade.
O chefe do Partido In style, de oposição conservadora, Alberto Nunez Feijoo, amigo de Iglesias, disse à televisão Telecinco na quarta-feira que estava “muito, muito, muito surpreso”, mas pediu para não “especular”.
O ex-empresário de Iglesias, Fernan Martinez, disse à Telecinco que o cantor period “muito carinhoso” e gostava de “contato físico”, mas ressaltou que nunca viu o ícone da música “se comportar de forma agressiva”.
– Agência France-Presse












