O pessoal dos EUA visado apoiava a Operação Inherent Resolve, o esforço internacional para combater o EI, que tomou áreas do território sírio e iraquiano em 2014.
Os jihadistas foram finalmente derrotados pelas forças terrestres locais apoiadas por ataques aéreos internacionais e outros apoios, mas o EI ainda está presente na Síria, especialmente no vasto deserto do país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, há muito que é cético em relação à presença de Washington na Síria, ordenando a retirada das tropas durante o seu primeiro mandato, mas acabando por deixar as forças americanas no país.
O Pentágono anunciou em Abril passado que os EUA iriam reduzir para metade o número do seu pessoal na Síria nos meses seguintes, enquanto o enviado dos EUA para a Síria, Tom Barrack, disse em Junho que Washington acabaria por reduzir as suas bases no país para uma.
– Agência França-Presse









