O ataque seria o primeiro ataque terrestre conhecido em solo venezuelano.
O presidente Nicolás Maduro não confirmou nem negou o ataque de segunda-feira, mas disse na sexta-feira que estava aberto à cooperação com Washington após semanas de pressão militar dos EUA.
A administração Trump acusou Maduro de liderar um cartel de drogas e diz que está reprimindo o tráfico, mas o líder esquerdista nega qualquer envolvimento no comércio de drogas, dizendo que Washington está tentando derrubá-lo porque a Venezuela tem as maiores reservas conhecidas de petróleo na Terra.
Washington intensificou a pressão sobre Caracas ao fechar informalmente o espaço aéreo da Venezuela, impor mais sanções e ordenar a apreensão de petroleiros carregados com petróleo venezuelano.
Durante semanas, Trump ameaçou ataques terrestres aos cartéis de drogas na região, dizendo que começariam “em breve”, sendo segunda-feira o primeiro exemplo aparente.
As forças dos EUA também realizaram numerosos ataques a barcos no Mar das Caraíbas e no leste do Oceano Pacífico desde Setembro, visando o que Washington diz serem traficantes de droga.
No entanto, a administração não forneceu provas de que os barcos visados estivessem envolvidos no tráfico de droga, o que suscitou debate sobre a legalidade destas operações.
A mortífera campanha marítima matou pelo menos 107 pessoas em pelo menos 30 ataques, de acordo com informações divulgadas pelos militares dos EUA.
– Agência France-Presse
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