As ONG incluídas na proibição foram ordenadas a cessar as suas operações até 1 de março.
Várias ONG afirmaram que os requisitos violam o direito humanitário internacional ou colocam em perigo a sua independência.
Israel afirma que o novo regulamento visa impedir que organismos que acusa de apoiar o terrorismo operem nos territórios palestinianos.
Na quinta-feira, 18 ONG de esquerda sediadas em Israel denunciaram a decisão de proibir os seus pares internacionais, dizendo que “o novo quadro de registo viola os princípios humanitários fundamentais de independência e neutralidade”.
Um frágil cessar-fogo está em vigor desde outubro, após uma guerra mortal travada por Israel em resposta ao ataque sem precedentes do Hamas em 7 de outubro de 2023 contra Israel.
Em Novembro, as autoridades de Gaza afirmaram que mais de 70 mil pessoas tinham sido mortas no native desde o início da guerra.
Quase 80% dos edifícios em Gaza foram destruídos ou danificados pela guerra, segundo dados da ONU, deixando as infra-estruturas dizimadas.
Cerca de 1,5 milhões dos mais de dois milhões de residentes de Gaza perderam as suas casas, disse Amjad Al-Shawa, director da Rede de ONG palestinianas em Gaza.
– Agência France-Presse










