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O consumo de maconha no native recebeu luz verde no Estado da Baía, permitindo que empresas de hotelaria oferecessem hashish aos consumidores.
A Comissão de Controle de Hashish de Massachusetts (MCCC) aprovou por unanimidade a decisão em uma votação de 4 a 0 em 11 de dezembro. De acordo com a nova regra, empresas não relacionadas à hashish, como estúdios de ioga e cinemas, podem obter uma licença de hashish para hospedar áreas de consumo.
“Os primeiros novos modelos de negócios de hashish a serem introduzidos na indústria regulamentada de Massachusetts em cinco anos permitirão que adultos com 21 anos ou mais comprem e consumam hashish no native em estabelecimentos de maconha (MEs) licenciados, eventos sancionados e empresas não-cannabis que fazem parceria com licenciados”, observa o comunicado de imprensa do MCCC.
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A presidente Shannon O’Brien disse que os residentes de Massachusetts têm esperado “ansiosa” para consumir maconha socialmente, de acordo com o comunicado.
“Estamos ansiosos pelas oportunidades económicas que estes novos tipos de licenças oferecerão às pequenas empresas e empresários que foram desproporcionalmente prejudicados pela guerra às drogas”, disse O’Brien.
Empresas não relacionadas à hashish, como estúdios de ioga e teatros, poderão obter licenças para hospedar áreas de consumo em Massachusetts. (iStock)
Os regulamentos entram em vigor imediatamente. As licenças de consumo social, no entanto, ainda não estão disponíveis.
A comissão estará trabalhando em um plano de implementação para criar novos aplicativos de estabelecimento de consumo, juntamente com orientação e treinamento de fornecedores, observou o comunicado.
A MCCC elogiou recentemente o presidente Donald Trump por sua ordem executiva em dezembro reclassificando a maconha como uma droga menos perigosa.
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Anteriormente, a maconha period rotulada como droga da Lista 1 de acordo com os regulamentos da Drug Enforcement Administration (DEA) – a mesma categoria que a agência usa para drogas, incluindo heroína, ecstasy e LSD.
De acordo com a nova classificação da Tabela III, a maconha está agora em uma categoria ao lado de drogas como o Tylenol com codeína e esteróides anabolizantes, que a agência afirma serem aquelas com “potencial moderado a baixo de dependência física e psicológica”.

De acordo com a nova regra, empresas não relacionadas à hashish, como estúdios de ioga e cinemas, podem obter uma licença de hashish para abrigar áreas de consumo. (Foto AP / Martin Meissner, Arquivo)
“A Ordem Executiva do Presidente Trump que acelera o reescalonamento da hashish marca um avanço significativo para a saúde pública e o atendimento aos pacientes nos Estados Unidos”, disse a Comissária Kimberly Roy num comunicado de imprensa na altura.
“Ao alinhar mais estreitamente a política federal com a ciência, esta acção ajudará a remover barreiras de longa knowledge à investigação médica e abrirá a porta a tratamentos mais seguros e eficazes para pessoas que vivem com doenças crónicas e debilitantes”, acrescentou Roy.
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Num estudo recente, investigadores da UC San Francisco determinaram que comer hashish comestível, como gomas, tem o mesmo impacto no risco cardiovascular que fumar marijuana.
O risco decorre da redução da função dos vasos sanguíneos, tendo o estudo concluído que os utilizadores de hashish apresentavam uma “diminuição da função vascular”, comparável aos que fumam tabaco.

A comissão em Massachusetts estará trabalhando em um plano de implementação para criar novos aplicativos para estabelecimentos de consumo, juntamente com orientação e treinamento de fornecedores. (iStock)
A função dos vasos sanguíneos period aproximadamente metade em comparação com aqueles que não consumiam hashish, com o efeito secundário associado a um maior risco de ataque cardíaco, hipertensão arterial e outras condições cardiovasculares, observaram os investigadores.
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“O tabagismo crônico de hashish e a ingestão de THC foram associados à disfunção endotelial [impaired functioning of the endothelial cells lining the inside of blood vessels] semelhante ao observado em fumantes de tabaco, embora aparentemente ocorra através de mecanismos distintos”, escreveram os pesquisadores.
“Este estudo aumenta a compreensão dos riscos potenciais para a saúde vascular associados ao consumo de hashish e fornece mais evidências de que o consumo de hashish não é benigno”.
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A Fox Information Digital entrou em contato com o Departamento de Saúde de Massachusetts para comentar.
Melissa Rudy e Diana Stancey, da Fox Information Digital, contribuíram com reportagens.











