Pitsburgo – Na Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, os pesquisadores estão trabalhando arduamente no desenvolvimento de “cães” robôs projetados para ajudar em situações perigosas demais para serem ajudadas por humanos.
“Este é o cachorro que salva sua vida”, disse Kimberly Elenberg, principal cientista do projeto do Instituto de Robótica da Universidade Carnegie Mellon, à CBS Information.
Embora Pittsburgh seja conhecida há muito tempo como a Cidade do Aço, é rapidamente se tornando um importante centro de tecnologia. O Departamento de Defesa investiu pesadamente aqui em inteligência synthetic e robótica, como o tipo de pesquisa que está sendo desenvolvida na Carnegie Mellon.
Elenberg demonstrou como o cão-robô, chamado Spotless, poderia ser usado em situações de busca e resgate.
“Está à procura de vítimas”, explicou Elenberg durante uma manifestação. “Ele quer avaliar a situação.”
Como um cachorro de verdade com um bom faro, Spotless pode “farejar” o ar para garantir que seja seguro para os humanos. Pode até avaliar a condição, lesões e frequência cardíaca de uma pessoa.
Elenberg explica que, durante a simulação, o Spotless ajudou a agilizar a operação de busca e salvamento.
“Isso levaria mais tempo para os médicos chegarem, porque eles não saberiam o que é esse gás”, disse Elenberg. “Eles não saberiam quantas vítimas existem.”
Depois de todo esse trabalho, Spotless ganha uma surpresa. Não é um biscoito neste caso, mas uma bela bateria nova.












