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Redes socialistas que clamam pelo desmantelamento do “império americano” organizaram protestos rapidamente após a captura de Maduro: Relatórios

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Nas horas que se seguiram à dramática captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, uma onda de protestos surgiu nas principais cidades dos EUA com notável velocidade e coordenação. De acordo com reportagens da Fox Information, um grupo de organizações socialistas, marxistas e comunistas sediadas nos EUA passou rapidamente das mensagens on-line para a mobilização nas ruas, enquadrando a prisão como um acto de “agressão imperial” e apelando à resistência ao que descrevem como o império americano.A resposta desdobrou-se durante a noite, começando nas redes sociais antes de se traduzir em manifestações físicas pela manhã. As convocatórias de protesto partilhavam linguagem, gráficos e slogans idênticos, instando os apoiantes a participarem no que os organizadores descreveram como um “dia de acção de emergência”. À luz do dia, aconteciam manifestações em cidades como Nova Iorque e Washington, DC, com os organizadores reivindicando participação em dezenas de locais em todo o país.No centro da mobilização estavam grupos activistas de longa knowledge que descrevem abertamente a sua ideologia como anti-imperialista e socialista. Entre aqueles que amplificaram os apelos estavam a Coligação ANSWER, o Partido para o Socialismo e a Libertação e o Fórum do Povo, com sede em Nova Iorque. As mensagens divulgadas por estas organizações retrataram a captura de Maduro não como uma operação militar ou de aplicação da lei, mas como um acto ilegal de mudança de regime impulsionado pelo poder dos EUA e pelos interesses corporativos.O enquadramento inicial revelou-se essential. Poucos minutos depois de surgirem notícias de Caracas, plataformas de comunicação social solidárias e relatos de activistas rotularam a operação como um “bombardeio ilegal” e um “sequestro”, linguagem que foi rapidamente repetida em todas as redes. A consistência do tom e do timing sugeriu preparação em vez de indignação espontânea, com publicações em cascata numa sequência escalonada mas disciplinada que levou os apoiantes dos comentários à acção.À medida que a manhã avançava, as narrativas internacionais e nacionais começaram a sobrepor-se. As declarações de líderes activistas condenando a operação dos EUA ecoaram a linguagem usada pelos governos aliados de Caracas, reforçando alegações de agressão e de alcance imperial. Os organizadores dos protestos instaram os participantes a verem a Venezuela não como um caso isolado, mas como parte de uma luta mais ampla contra o domínio dos EUA, o capitalismo e o que chamam de exploração international.Os próprios protestos seguiram um padrão acquainted observado em movimentos anteriores de oposição à política externa dos EUA. Os manifestantes carregavam cartazes impressos profissionalmente, entoavam slogans ensaiados e compartilhavam transmissões ao vivo que eram imediatamente repassadas em plataformas alinhadas. Os oradores nos comícios enquadraram o momento como parte de uma longa batalha ideológica, instando os apoiantes a prepararem-se para uma mobilização sustentada em vez de um único dia de protesto.Para além da oposição à captura de Maduro, a retórica estendeu-se a objectivos internos. Os organizadores descreveram repetidamente a sua missão como o desmantelamento do “imperialismo Americano” e a substituição do precise sistema político e económico por alternativas socialistas. Em discursos e transmissões on-line, os activistas caracterizaram os protestos como uma extensão interna de uma luta international, ligando os acontecimentos na Venezuela a campanhas mais amplas contra as instituições, as empresas e a política externa dos EUA.À tarde, as imagens e os comentários dos protestos dominaram os mesmos canais que lançaram as teleconferências noturnas, reforçando a sensação de ímpeto. Os organizadores celebraram a rapidez da resposta como prova de uma rede madura e pronta, capaz de mobilizar apoiantes poucas horas após um grande desenvolvimento geopolítico.

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